Ora aí está mais uma boa novidade para os músicos que tem perfis no Reverbnation e no Myspace.
Como já tinha sido anunciado o Myspace entrou numa parceria com o Reverbnation com o intuito da plataforma Fanreach deste último ser também acessível aos utilizadores do Myspace. Agora o Reverbnation publicou no seu blog um post que nos explica como podemos enviar uma mensagem para todos os nossos amigos no myspace convidando-os a passarem a fazer parte da nossa mailing list do sistema Fanreach.
Soa complicado mas não é, é só seguir este link e a seguir as instruções.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Frutos da parceria Reverbnation e Myspace.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
A esquizofrenia da indústria musical :D
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Myspace II esperança ao fundo do túnel.
Se o myspace é assim tão bom então porquê o declínio?
O myspace deixou-se ficar parado no tempo. Durante anos as suas ferramentas de administração mantiveram-se sem qualquer tipo de actualização e isso fez com que a sensação em termos de usabilidade por parte de um administrador fosse antiquada, pesada e pouco organizada em comparação com serviços mais recentes.
As pessoas queriam fazer com os seus perfis do myspace muito mais do que lhes era permitido originalmente pelos layouts destes e rapidamente uma sucessão de hacks transformaram-no numa horrível confusão. Por não haver uma resposta pela parte da equipa do myspace às necessidades dos utilizadores estes inventaram formas de conseguir aquilo que queriam fazer e no processo desfiguraram e acabaram com aquilo que o myspace tinha de bom para os músicos. Uma forma coerente e facilmente reconhecível de apresentar uma banda na era digital. O myspace afundou-se porque não soube impor restrições.
Os perfis com mil gifs animados e outros tantos vídeos do youtube que bloqueavam o browser mais rápido fizeram com que navegar no myspace fosse uma aventura arriscada e pouco confortável.
Felizmente o myspace na sua última encarnação resolveu muitos destes problemas. Embora muitos se tenham insurgido contra o redesign que o myspace sofreu, a verdade é que as melhorias nas ferramentas de administração e a racionalização e restrições daquilo que é possível fazer a um perfil vão fazer com que o myspace possa tornar-se num portal de conteúdo mais fácil, claro e seguro de consultar para o público.
Há muito caminho ainda para percorrer para a equipa do myspace mas foi dado um passo na direcção certa e ao dar esse passo o myspace pode ter assegurado mais uns anos antes que a bolha de oxigénio que o sustem se desvaneça.
Conselhos práticos para o myspace.
O myspace deixou-se ficar parado no tempo. Durante anos as suas ferramentas de administração mantiveram-se sem qualquer tipo de actualização e isso fez com que a sensação em termos de usabilidade por parte de um administrador fosse antiquada, pesada e pouco organizada em comparação com serviços mais recentes.
As pessoas queriam fazer com os seus perfis do myspace muito mais do que lhes era permitido originalmente pelos layouts destes e rapidamente uma sucessão de hacks transformaram-no numa horrível confusão. Por não haver uma resposta pela parte da equipa do myspace às necessidades dos utilizadores estes inventaram formas de conseguir aquilo que queriam fazer e no processo desfiguraram e acabaram com aquilo que o myspace tinha de bom para os músicos. Uma forma coerente e facilmente reconhecível de apresentar uma banda na era digital. O myspace afundou-se porque não soube impor restrições.
Os perfis com mil gifs animados e outros tantos vídeos do youtube que bloqueavam o browser mais rápido fizeram com que navegar no myspace fosse uma aventura arriscada e pouco confortável.
Felizmente o myspace na sua última encarnação resolveu muitos destes problemas. Embora muitos se tenham insurgido contra o redesign que o myspace sofreu, a verdade é que as melhorias nas ferramentas de administração e a racionalização e restrições daquilo que é possível fazer a um perfil vão fazer com que o myspace possa tornar-se num portal de conteúdo mais fácil, claro e seguro de consultar para o público.
Há muito caminho ainda para percorrer para a equipa do myspace mas foi dado um passo na direcção certa e ao dar esse passo o myspace pode ter assegurado mais uns anos antes que a bolha de oxigénio que o sustem se desvaneça.
Conselhos práticos para o myspace.
- Façam upload dos vosso temas para o player.
- Escolham as músicas mais orelhudas e coloquem-nas no topo da vossa lista ao invés de serem fiéis ao alinhamento da vossa maqueta ou álbum.
- Mantenham o vosso perfil claro e pouco complicado, não mudem as coisas demasiado de sítio para não confundir os visitantes.
- Sincronizem o vosso status do myspace com o vosso twitter e/ou facebook.
- Contactos, contactos, contactos. Links bem visíveis para o vosso email, número de telefone, website e outras redes sociais.
- 1 ou 2 vídeos da banda chegam perfeitamente. Se o visitante quiser ver mais vídeos da banda pode fazê-lo no vosso canal do youtube.
- Não tenham medo de colocar as vossas influências no local correspondente. Isso só vos ajuda a conseguir mais público. Não tenham medo das comparações.
- Se se lembrarem de mais dicas enviem-nas para eu as poder aqui publicar dando-vos crédito com um link para o perfil de myspace da vossa banda. :D
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Myspace I Patinho feio das redes sociais.
Outrora o rei da montanha, o myspace vê-se agora relegado para segundo plano, empalidecendo perante o gigante em que o facebook se transformou. Ainda valerá a pena ter um perfil do myspace?
A resposta a esta pergunta é um definitivo sim e há várias e boas razões para que assim seja.
Em primeiro lugar; o myspace tem um dos melhores rankings no Google. Experimentem fazer uma busca no google com o nome da vossa banda e vejam se o vosso perfil de myspace não está nos primeiros 3 resultados. Colocar o vosso conteúdo no myspace garante-vos uma boa probabilidade de conseguirem hits via o pincipal motor de busca na internet.
Segundo lugar; apesar do crescimento vertiginoso do facebook a verdade é que o myspace continua a ser um dos sites mais visitados da internet e para além disso é um dos sites mais visitados onde as pessoas vão propositadamente para consumir música. Neste aspecto o aparecimento do facebook até ajudou o myspace a tornar-se mais relevante para os músicos, pois mudou a tónica do myspace de rede social para disponibilizador e organizador de conteúdo, tornou a música mais preponderante.
Terceiro lugar; o myspace continua a ser um dos sites que já vem completamente preparado com tudo o que é necessário para poderem mostrar o vosso trabalho e interagir com os vossos fãs. É muito mais claro e óbvio para quem está numa banda conseguir ter um perfil perfeitamente funcional e completo no myspace do que por exemplo numa página institucional do facebook. No facebook vão sempre precisar de aplicações e serviços externos enquanto que no myspace está lá tudo.
Quarto lugar; a maioria dos bares ou locais onde costuma haver música ao vivo ainda estão no myspace e ainda fazem por lá triagem de bandas. O myspace tem a vantagem de funcionar simultâneamente como BI e Curriculum Vitae de uma banda e desde que não alterem em demasia o layout do vosso perfil este será uma forma fácil e confortável para o dono de um bar ou local de actuação de ficar a saber tudo sobre vocês. Isto partindo do princípio que vocês tem todas as informações necessárias no vosso perfil.
A resposta a esta pergunta é um definitivo sim e há várias e boas razões para que assim seja.
Em primeiro lugar; o myspace tem um dos melhores rankings no Google. Experimentem fazer uma busca no google com o nome da vossa banda e vejam se o vosso perfil de myspace não está nos primeiros 3 resultados. Colocar o vosso conteúdo no myspace garante-vos uma boa probabilidade de conseguirem hits via o pincipal motor de busca na internet.
Segundo lugar; apesar do crescimento vertiginoso do facebook a verdade é que o myspace continua a ser um dos sites mais visitados da internet e para além disso é um dos sites mais visitados onde as pessoas vão propositadamente para consumir música. Neste aspecto o aparecimento do facebook até ajudou o myspace a tornar-se mais relevante para os músicos, pois mudou a tónica do myspace de rede social para disponibilizador e organizador de conteúdo, tornou a música mais preponderante.
Terceiro lugar; o myspace continua a ser um dos sites que já vem completamente preparado com tudo o que é necessário para poderem mostrar o vosso trabalho e interagir com os vossos fãs. É muito mais claro e óbvio para quem está numa banda conseguir ter um perfil perfeitamente funcional e completo no myspace do que por exemplo numa página institucional do facebook. No facebook vão sempre precisar de aplicações e serviços externos enquanto que no myspace está lá tudo.
Quarto lugar; a maioria dos bares ou locais onde costuma haver música ao vivo ainda estão no myspace e ainda fazem por lá triagem de bandas. O myspace tem a vantagem de funcionar simultâneamente como BI e Curriculum Vitae de uma banda e desde que não alterem em demasia o layout do vosso perfil este será uma forma fácil e confortável para o dono de um bar ou local de actuação de ficar a saber tudo sobre vocês. Isto partindo do princípio que vocês tem todas as informações necessárias no vosso perfil.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Preview das novas funcionalidades do myspace para músicos
Ora aí está um video com o preview das novas funcionalidades do myspace.
New Tools For Artists From Myspace Music
MySpace Music: Artist HQ | Myspace Video
Parece realmente ser um bom passo em frente.
New Tools For Artists From Myspace Music
MySpace Music: Artist HQ | Myspace Video
Parece realmente ser um bom passo em frente.
Myspace colabora com Reverbnation para oferecer mais ferramentas aos músicos.
Parece quase de propósito :D dois posts sobre o Myspace estão já escritos e na lista para serem publicados aqui no blog quando chega esta boa noticia.
O Myspace entrou num acordo de colaboração com o Reverbnation para oferecer aos seus utilizadores com perfil de banda o produto FanReach, passando este a integrar na suite ferramentas já existentes no myspace.
Para os que não conhecem esta ferramenta ela permite aos músico angariar e importar contactos de email dos seus fãs para posteriormente lhes poder enviar emails de promoção, ver estatísticas de cada email enviado e gerir os relacionamentos da lista de emails com os seus fãs do myspace.
Para além disso mais uma série de funcionalidades passarão a estar disponíveis.
O myspace pode ser o patinho feio das redes sociais neste momento mas tem dado passos na direcção certa pelo menos no que diz respeito aos perfis para músicos. Será isso o suficiente para o salvar?
Ler a notícia original em: http://www.hypebot.com/hypebot/2010/12/myspace-music-collaborates-with-reverbnation-offers-new-suite-of-marketing-tools-for-artists.html
O Myspace entrou num acordo de colaboração com o Reverbnation para oferecer aos seus utilizadores com perfil de banda o produto FanReach, passando este a integrar na suite ferramentas já existentes no myspace.
Para os que não conhecem esta ferramenta ela permite aos músico angariar e importar contactos de email dos seus fãs para posteriormente lhes poder enviar emails de promoção, ver estatísticas de cada email enviado e gerir os relacionamentos da lista de emails com os seus fãs do myspace.
Para além disso mais uma série de funcionalidades passarão a estar disponíveis.
O myspace pode ser o patinho feio das redes sociais neste momento mas tem dado passos na direcção certa pelo menos no que diz respeito aos perfis para músicos. Será isso o suficiente para o salvar?
Ler a notícia original em: http://www.hypebot.com/hypebot/2010/12/myspace-music-collaborates-with-reverbnation-offers-new-suite-of-marketing-tools-for-artists.html
Twitter II Como disseminar a vossa música.
O melhor amigo de um músico no twitter é sem dúvida um serviço externo chamado “Pay with a tweet” que permite fazer upload dos vossos temas em formato mp3 e que os vossos seguidores possam fazer download destes em troca de postarem no mural do seu twitter um tweet com um link para esse mesmo download, potenciando assim o efeito de bola de neve que faça com que a vossa música se possa disseminar de forma viral.
Vocês estarão a trocar downloads por publicidade grátis, o que não é mau negócio. A não ser que sejam já mega estrelas, vocês precisam de ser conhecidos por mais pessoas e de toda a boa publicidade que conseguirem arranjar. Por muito que vos digam o contrário a vossa música em formato digital por si só vale 0€, nada, niente. Uma música por si só não tem valor inerente e apenas o passa a ter a partir do momento em que significa alguma coisa para um fã, pois serão estes que vos poderão proporcionar algum retorno monetário no futuro. Primeiro fãs depois o dinheiro. Para arranjar fãs é preciso expor as pessoas à música e para isso nada é melhor do que o download de um mp3.
O twitter é óptimo para alargar a vossa esfera de influência. É uma forma de pescar por mais potenciais interessados e o Pay with a tweet é a ferramenta ideal para isso, juntamente com a partilha de qualquer outro conteúdo, directa ou indirectamente ligado à banda. Não esperem no entanto que a vossa música se espalhe de forma viral pelo twitter à primeira.
Numa coisa o twitter é semelhante ao Facebook; Devido à torrente constante de informação esta deixa de ser perene, ou seja tem prazo de validade que é muito curto nos dias de hoje.
Não há portanto problema nenhum em repetir várias vezes a colocação de temas via Pay with a tweet no twitter (ou no Facebook onde este serviço também funciona). É bem possível que muitos dos vossos seguidores não vejam o twitter/Facebook assim tão regularmente quanto isso e que o vosso post não seja visto.
Convém obviamente não repetir a colocação destes temas no twitter ad nauseum aborrecendo aqueles que o verificam regularmente. Um meio termo deverá ser considerado, como por exemplo duas ou três vezes por semana e ir mudando o tema de semana a semana. Para uma banda que tenha um álbum gravado com 10 temas (como é o caso dos HBAN #shameless self promotion#) isso permite oferecer conteúdo novo e durante dez semanas com a possibilidade da vossa música se espalhar de forma viral. Se ao final dessas dez semanas voltarem a disponibilizar o primeiro tema do álbum os seguidores novos que entretanto arranjaram no twitter até vos vão agradecer a oportunidade de poderem completar a colecção e os seguidores mais antigos perceberão já a vossa necessidade de o fazer e estarão viciados no restante conteúdo que a banda coloca online.
O twitter pode ser uma ferramenta óptima para chegar a um público novo e ser um primeiro passo para o puxar para mais próximo de vocês, de fazer chegar a vossa informação a pessoas que trabalham nos média tradicionais e ainda em conjunto com o Pay with a tweet tem o potencial de fazer com que os vossos temas se disseminem de forma viral. Do que estão à espera? Vão já twittar sobre este post e a vossa banda.
Vocês estarão a trocar downloads por publicidade grátis, o que não é mau negócio. A não ser que sejam já mega estrelas, vocês precisam de ser conhecidos por mais pessoas e de toda a boa publicidade que conseguirem arranjar. Por muito que vos digam o contrário a vossa música em formato digital por si só vale 0€, nada, niente. Uma música por si só não tem valor inerente e apenas o passa a ter a partir do momento em que significa alguma coisa para um fã, pois serão estes que vos poderão proporcionar algum retorno monetário no futuro. Primeiro fãs depois o dinheiro. Para arranjar fãs é preciso expor as pessoas à música e para isso nada é melhor do que o download de um mp3.
O twitter é óptimo para alargar a vossa esfera de influência. É uma forma de pescar por mais potenciais interessados e o Pay with a tweet é a ferramenta ideal para isso, juntamente com a partilha de qualquer outro conteúdo, directa ou indirectamente ligado à banda. Não esperem no entanto que a vossa música se espalhe de forma viral pelo twitter à primeira.
Numa coisa o twitter é semelhante ao Facebook; Devido à torrente constante de informação esta deixa de ser perene, ou seja tem prazo de validade que é muito curto nos dias de hoje.
Não há portanto problema nenhum em repetir várias vezes a colocação de temas via Pay with a tweet no twitter (ou no Facebook onde este serviço também funciona). É bem possível que muitos dos vossos seguidores não vejam o twitter/Facebook assim tão regularmente quanto isso e que o vosso post não seja visto.
Convém obviamente não repetir a colocação destes temas no twitter ad nauseum aborrecendo aqueles que o verificam regularmente. Um meio termo deverá ser considerado, como por exemplo duas ou três vezes por semana e ir mudando o tema de semana a semana. Para uma banda que tenha um álbum gravado com 10 temas (como é o caso dos HBAN #shameless self promotion#) isso permite oferecer conteúdo novo e durante dez semanas com a possibilidade da vossa música se espalhar de forma viral. Se ao final dessas dez semanas voltarem a disponibilizar o primeiro tema do álbum os seguidores novos que entretanto arranjaram no twitter até vos vão agradecer a oportunidade de poderem completar a colecção e os seguidores mais antigos perceberão já a vossa necessidade de o fazer e estarão viciados no restante conteúdo que a banda coloca online.
O twitter pode ser uma ferramenta óptima para chegar a um público novo e ser um primeiro passo para o puxar para mais próximo de vocês, de fazer chegar a vossa informação a pessoas que trabalham nos média tradicionais e ainda em conjunto com o Pay with a tweet tem o potencial de fazer com que os vossos temas se disseminem de forma viral. Do que estão à espera? Vão já twittar sobre este post e a vossa banda.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Twitter I Isto não é uma rede social.
A primeira coisa que me vem à cabeça quando penso no twitter é o erro que a maioria das pessoas comete em o designarem como uma rede social. O twitter não é uma rede social pois a ênfase dada na sua utilização é a do consumo de informação e não nas interacções pessoais entre utilizadores (embora estas existam e devam ser encorajadas).
O twitter é muito mais uma rede de disseminação de informação em tempo real do que outra coisa qualquer e deve ser abordado de forma diferente do Facebook. A partilha de informação no twitter é feita de forma não recíproca ao contrário do que acontece no Facebook; O que isto quer dizer é que podemos ser seguidores (“followers”) de uma pessoa ou entidade sem que esta nos siga a nós. Tal como foi mencionado anteriormente neste blog para as páginas institucionais do Facebook, o facto de alguém escolher seguir-nos no twitter é um acto activo e não passivo.
O que é que isto quer dizer para um músico?
Quer dizer que para além da forma normal de conseguir seguidores no twitter, que consiste em importar os nossos contactos do Gmail e de outras redes sociais (lembrem-me de vos ensinar a conseguir os emails de todos os vossos amigos do Facebook via Yahoo), no twitter é possível e perfeitamente aceitável seguir pessoas que não conhecemos esperando que estas reparem na nossa existência graças à notificação que recebem de cada vez que tem um seguidor novo e que passem elas próprias a seguir-nos também por uma questão de cortesia, ou porque gostaram do conteúdo que estão a partilhar. O próprio twitter regularmente irá sugerir pessoas novas para seguir. Sigam todas :D
Com tanta ênfase na informação em tempo real é apenas natural que muitas agências noticiosas, rádios, jornalistas, etc estejam no twitter. Apesar da Internet só por si ser um manancial de oportunidades de promoção para bandas não é nunca de descurar o impacto que os média tradicionais ainda tem. Devem portanto seguir no twitter as rádios, jornais, revistas, jornalistas, etc que encontrem na esperança que estes também vos sigam caso a informação que estejam a partilhar seja relevante para o trabalho que estes estão a desenvolver.
OK, já sabemos como arranjar seguidores no twitter. Agora o que é que fazemos com eles? Que informação é que partilhamos?
Pensem no twitter como um sítio onde vocês colocam os cabeçalhos das notícias relacionadas com a banda e com isto quer-se dizer aquilo que vocês achem que vale a pena ser considerado como interessante o suficiente para ser notícia.
Talvez o facto do vosso guitarristas ter acabado de comer uma sandes de fiambre não seja muito relevante por si só mas se ele se magoou no último ensaio porque partiu uma corda enquanto tentava tocar e comer a sandes de fiambre ao mesmo tempo já é capaz de o ser. O mesmo se poderá dizer da existência de fotos novas do ultimo ensaio da banda, ou se acabaram de escrever o vosso novo single. No fundo tratem o twitter como o jornal da banda e escrevam-no como se este fosse dirigido a um público não tão chegado quanto aquele que vocês já tem no Facebook e tentem converter este público mais distante em fãs da página da banda no Facebook ou melhor ainda em amigos pessoais no Facebook. Ao aumentarem a proximidade da ligação aumentam a probabilidade destas pessoas vos ajudarem a disseminar o vosso conteúdo e isso é publicidade gratuita e faz-vos chegar a um público maior.
O twitter é muito mais uma rede de disseminação de informação em tempo real do que outra coisa qualquer e deve ser abordado de forma diferente do Facebook. A partilha de informação no twitter é feita de forma não recíproca ao contrário do que acontece no Facebook; O que isto quer dizer é que podemos ser seguidores (“followers”) de uma pessoa ou entidade sem que esta nos siga a nós. Tal como foi mencionado anteriormente neste blog para as páginas institucionais do Facebook, o facto de alguém escolher seguir-nos no twitter é um acto activo e não passivo.
O que é que isto quer dizer para um músico?
Quer dizer que para além da forma normal de conseguir seguidores no twitter, que consiste em importar os nossos contactos do Gmail e de outras redes sociais (lembrem-me de vos ensinar a conseguir os emails de todos os vossos amigos do Facebook via Yahoo), no twitter é possível e perfeitamente aceitável seguir pessoas que não conhecemos esperando que estas reparem na nossa existência graças à notificação que recebem de cada vez que tem um seguidor novo e que passem elas próprias a seguir-nos também por uma questão de cortesia, ou porque gostaram do conteúdo que estão a partilhar. O próprio twitter regularmente irá sugerir pessoas novas para seguir. Sigam todas :D
Com tanta ênfase na informação em tempo real é apenas natural que muitas agências noticiosas, rádios, jornalistas, etc estejam no twitter. Apesar da Internet só por si ser um manancial de oportunidades de promoção para bandas não é nunca de descurar o impacto que os média tradicionais ainda tem. Devem portanto seguir no twitter as rádios, jornais, revistas, jornalistas, etc que encontrem na esperança que estes também vos sigam caso a informação que estejam a partilhar seja relevante para o trabalho que estes estão a desenvolver.
OK, já sabemos como arranjar seguidores no twitter. Agora o que é que fazemos com eles? Que informação é que partilhamos?
Pensem no twitter como um sítio onde vocês colocam os cabeçalhos das notícias relacionadas com a banda e com isto quer-se dizer aquilo que vocês achem que vale a pena ser considerado como interessante o suficiente para ser notícia.
Talvez o facto do vosso guitarristas ter acabado de comer uma sandes de fiambre não seja muito relevante por si só mas se ele se magoou no último ensaio porque partiu uma corda enquanto tentava tocar e comer a sandes de fiambre ao mesmo tempo já é capaz de o ser. O mesmo se poderá dizer da existência de fotos novas do ultimo ensaio da banda, ou se acabaram de escrever o vosso novo single. No fundo tratem o twitter como o jornal da banda e escrevam-no como se este fosse dirigido a um público não tão chegado quanto aquele que vocês já tem no Facebook e tentem converter este público mais distante em fãs da página da banda no Facebook ou melhor ainda em amigos pessoais no Facebook. Ao aumentarem a proximidade da ligação aumentam a probabilidade destas pessoas vos ajudarem a disseminar o vosso conteúdo e isso é publicidade gratuita e faz-vos chegar a um público maior.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Facebook II A presença da banda.
A presença da banda.
Aqui é que começam a complicar as coisas. O Facebook tem perfis próprios para se poder implementar presenças na rede social para entidades não individuais tais como bandas ou empresas; Esses perfis especiais chamam-se páginas e antes de entrarmos na problemática das páginas do Facebook para músicos ou bandas temos primeiro que lidar com a problemática de optar por usar, ou não, estas páginas.
Uma das diferenças principais entre as páginas e os perfis individuais é que com um perfil individual podemos pedir a qualquer utilizador do Facebook para que este se torne nosso amigo. Por uma questão de cortesia a maioria das pessoas é capaz de aceitar um completo estranho como amigo, avaliar posteriormente o tipo de pessoa que é e decidir finalmente se o elimina do seu grupo de amigos caso não tenha qualquer tipo de afinidades com essa pessoa. Ou seja, é possível fazer uma “porradona de pedidos de amizade à parva” e em pouco tempo conseguir um número considerável de amigos. Tal é completamente impossível de se fazer com uma página.
Uma página de uma entidade não individual está sempre ligada a um perfil individual, o da pessoa que a criou; Neste caso provavelmente um membro da banda e é essa pessoa (ou pessoas pois é possível adicionar mais pessoas como administradores da página) que a terá de divulgar junto dos seus amigos, podendo fazê-lo de várias formas diferentes. Colocando um link para essa mesma página no seu mural convidando os seus amigos a “gostarem” dela, usando a ferramenta “Sugerir esta página aos seus amigos”, ou enviando-lhes mensagens privadas directas. Os amigos que receberem os convites para gostar da página decidirão se efectivamente “gostam” da página que lhes foi proposta. Inevitavelmente a percentagem de pessoas que gostam de páginas é inferior à das que aceitam os pedidos de amizade e é fácil de perceber porquê. As páginas implicam que há alguém que lhes está a vender alguma coisa directa ou indirectamente, representam um produto e se o produto não lhes interessa as pessoas não vão “gostar”.
Por causa disto há quem opte por criar perfis individuais falsos para o seu projecto/banda e adicionar amigos em massa. Não vou aqui examinar a fundo a validade de um método em detrimento de outro. A escolha deve partir de cada um, dentro da estratégia que delineou e da vossa própria personalidade; Posso no entanto partilhar convosco qual é a minha experiência pessoal tendo optado criar páginas institucionais em vez de perfis individuais falsos.
A razão pela qual optei pela primeira, chamemos-lhe a estratégia da tartaruga institucional prende-se com dois ou três motivos. O primeiro completamente pessoal e subjectivo, pareceu-me mais ético. O segundo motivo prende-se com o facto de estarmos à procura de pessoas que se interessem activamente pela nossa música, que a estejam dispostas a promover. Isso só se consegue se eles à partida tiverem afinidade com o trabalho que estamos a fazer. O facto de gostarem voluntariamente da página (é essa a grande diferença entre aceitar um amigo -> acto passivo e gostar de uma página -> acto activo) que faz com que ela própria sirva como ponto de triagem. Terceiro, porque uma vez mais, o Facebook vive da interacções pessoais e como vão descobrir, apesar de a página em si ser uma boa plataforma de interacção com os fãs a verdadeira interacção pessoal será feita nos perfis individuais de cada um dos membros da banda. Esta abordagem exige no entanto que como indivíduos procuremos activamente outros que possam ter interesses em comum connosco e que consigamos estabelecer laços com estes aumentando assim o nosso número de amigos.
Uma pessoa que tenha um laço emocional convosco terá um laço emocional com a vossa música e é alguém que divulgará activamente aquilo que vocês fazem. Pode ser uma estratégia mais lenta, que só dê frutos a médio/longo prazo, mas já vi muitas lebres com a pressa a ficarem pelo caminho.
Próxima problemática do Facebook -> Isto não é o MySpace.
Onde é que está o player e como é que posso fazer upload das minhas músicas? Ao contrário do myspace o Facebook não tem nenhum mecanismo nativo para lá colocarem a vossa música em exposição. Terão de o fazer através da instalação de aplicações e há uma série delas disponíveis embora praticamente todas vos obriguem a abrir contas nos respectivos serviços que as desenvolveram, o que nem é mau de todo pois um dos vossos objectivos é estar no maior número de sítios possível.
Há serviços externos que oferecem aplicações para o Facebook que se distinguem dos restantes pela positiva, sendo eles: Rootmusic, Bandcamp, Reverbnation, Soundcloud e Pay with a tweet.
Iremos explorar cada um deles em posts futuros.
Aqui é que começam a complicar as coisas. O Facebook tem perfis próprios para se poder implementar presenças na rede social para entidades não individuais tais como bandas ou empresas; Esses perfis especiais chamam-se páginas e antes de entrarmos na problemática das páginas do Facebook para músicos ou bandas temos primeiro que lidar com a problemática de optar por usar, ou não, estas páginas.
Uma das diferenças principais entre as páginas e os perfis individuais é que com um perfil individual podemos pedir a qualquer utilizador do Facebook para que este se torne nosso amigo. Por uma questão de cortesia a maioria das pessoas é capaz de aceitar um completo estranho como amigo, avaliar posteriormente o tipo de pessoa que é e decidir finalmente se o elimina do seu grupo de amigos caso não tenha qualquer tipo de afinidades com essa pessoa. Ou seja, é possível fazer uma “porradona de pedidos de amizade à parva” e em pouco tempo conseguir um número considerável de amigos. Tal é completamente impossível de se fazer com uma página.
Uma página de uma entidade não individual está sempre ligada a um perfil individual, o da pessoa que a criou; Neste caso provavelmente um membro da banda e é essa pessoa (ou pessoas pois é possível adicionar mais pessoas como administradores da página) que a terá de divulgar junto dos seus amigos, podendo fazê-lo de várias formas diferentes. Colocando um link para essa mesma página no seu mural convidando os seus amigos a “gostarem” dela, usando a ferramenta “Sugerir esta página aos seus amigos”, ou enviando-lhes mensagens privadas directas. Os amigos que receberem os convites para gostar da página decidirão se efectivamente “gostam” da página que lhes foi proposta. Inevitavelmente a percentagem de pessoas que gostam de páginas é inferior à das que aceitam os pedidos de amizade e é fácil de perceber porquê. As páginas implicam que há alguém que lhes está a vender alguma coisa directa ou indirectamente, representam um produto e se o produto não lhes interessa as pessoas não vão “gostar”.
Por causa disto há quem opte por criar perfis individuais falsos para o seu projecto/banda e adicionar amigos em massa. Não vou aqui examinar a fundo a validade de um método em detrimento de outro. A escolha deve partir de cada um, dentro da estratégia que delineou e da vossa própria personalidade; Posso no entanto partilhar convosco qual é a minha experiência pessoal tendo optado criar páginas institucionais em vez de perfis individuais falsos.
A razão pela qual optei pela primeira, chamemos-lhe a estratégia da tartaruga institucional prende-se com dois ou três motivos. O primeiro completamente pessoal e subjectivo, pareceu-me mais ético. O segundo motivo prende-se com o facto de estarmos à procura de pessoas que se interessem activamente pela nossa música, que a estejam dispostas a promover. Isso só se consegue se eles à partida tiverem afinidade com o trabalho que estamos a fazer. O facto de gostarem voluntariamente da página (é essa a grande diferença entre aceitar um amigo -> acto passivo e gostar de uma página -> acto activo) que faz com que ela própria sirva como ponto de triagem. Terceiro, porque uma vez mais, o Facebook vive da interacções pessoais e como vão descobrir, apesar de a página em si ser uma boa plataforma de interacção com os fãs a verdadeira interacção pessoal será feita nos perfis individuais de cada um dos membros da banda. Esta abordagem exige no entanto que como indivíduos procuremos activamente outros que possam ter interesses em comum connosco e que consigamos estabelecer laços com estes aumentando assim o nosso número de amigos.
Uma pessoa que tenha um laço emocional convosco terá um laço emocional com a vossa música e é alguém que divulgará activamente aquilo que vocês fazem. Pode ser uma estratégia mais lenta, que só dê frutos a médio/longo prazo, mas já vi muitas lebres com a pressa a ficarem pelo caminho.
Próxima problemática do Facebook -> Isto não é o MySpace.
Onde é que está o player e como é que posso fazer upload das minhas músicas? Ao contrário do myspace o Facebook não tem nenhum mecanismo nativo para lá colocarem a vossa música em exposição. Terão de o fazer através da instalação de aplicações e há uma série delas disponíveis embora praticamente todas vos obriguem a abrir contas nos respectivos serviços que as desenvolveram, o que nem é mau de todo pois um dos vossos objectivos é estar no maior número de sítios possível.
Há serviços externos que oferecem aplicações para o Facebook que se distinguem dos restantes pela positiva, sendo eles: Rootmusic, Bandcamp, Reverbnation, Soundcloud e Pay with a tweet.
Iremos explorar cada um deles em posts futuros.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Facebook I Criar Laços.
É por demais evidente que neste momento o Facebook é a rede social onde é preciso estar.
Concorde-se ou não com as suas políticas relativamente à privacidade dos seus utilizadores ou à impossibilidade de migração de dados, é impossível fugir ao facto de de que toda a gente está no Facebook e isto obviamente apresenta-se como uma oportunidade a agarrar para qualquer banda à procura de ganhar público. É no entanto necessário saber jogar o jogo e conhecer as regras de etiqueta para não cometer um faux-pas que possa por em risco a reputação da banda. No jogo social a reputação é tudo.
Como entrar então no mundo do Facebook?
O Facebook bem como grande parte (embora não todas) das redes sociais vive da interacção de indivíduos. O apelo que as redes tem é o da comunicação com pessoas reais e não com entidades abstractas como digamos uma banda ou uma empresa. As pessoas estabelecem laços com outras pessoas e o vosso objectivo será o de criar laços com aqueles que virão a ser o vosso público.
Como criar então estes laços?
A banda pode ser uma entidade abstracta mas é composta por pessoas reais e é exactamente por aí que devem começar. Cada membro da banda deve ter o seu perfil individual no Facebook e o facto de pertencer a um projecto musical deve ser partilhado através dele com os seus amigos mais chegados. Essa será a primeira vaga, o primeiro nível de interesse a que vocês terão que aceder e mobilizar para vos ajudar a divulgar a vossa música. O vosso primeiro público serão sempre aquelas pessoas com quem tem contacto diariamente na vossa vida real. O Facebook é uma extensão dessa vida real social que por estar organizada sob a forma de uma rede navegável permite fazer com que o conteúdo aí partilhado possa ser espalhado de forma viral pelos seus utilizadores. O poder do Facebook é esse, o boca a boca na rede, são os posts sobre vocês e a vossa banda nos murais dos vossos amigos por iniciativa própria deles.
Antes de se preocuparem com a presença da banda propriamente dita preocupem-se com a vossa presença como indivíduos. Partilhem o gosto que tem em ser músicos e pela música que fazem com aqueles que vos estão mais perto. Convençam-nos a mostrar o vosso trabalho aos amigos deles. Participação e mobilização é o nome do jogo. Convidem-nos a fazer parte do processo, a gerar conteúdo como fotos e vídeos relacionados com a vossa banda. Agradeçam sempre quando eles os fazem (seja gerar ou apenas partilhar conteúdo) e sejam sempre corteses. (Sobre interacções sociais em rede deve ainda ser referido que é de manter a cabeça fria e evitar resposta a qualquer tipo provocação ou altercação que aí possa surgir, tanto sobre vocês como indivíduos, como membros da banda ou sobre a banda em si.
Concorde-se ou não com as suas políticas relativamente à privacidade dos seus utilizadores ou à impossibilidade de migração de dados, é impossível fugir ao facto de de que toda a gente está no Facebook e isto obviamente apresenta-se como uma oportunidade a agarrar para qualquer banda à procura de ganhar público. É no entanto necessário saber jogar o jogo e conhecer as regras de etiqueta para não cometer um faux-pas que possa por em risco a reputação da banda. No jogo social a reputação é tudo.
Como entrar então no mundo do Facebook?
O Facebook bem como grande parte (embora não todas) das redes sociais vive da interacção de indivíduos. O apelo que as redes tem é o da comunicação com pessoas reais e não com entidades abstractas como digamos uma banda ou uma empresa. As pessoas estabelecem laços com outras pessoas e o vosso objectivo será o de criar laços com aqueles que virão a ser o vosso público.
Como criar então estes laços?
A banda pode ser uma entidade abstracta mas é composta por pessoas reais e é exactamente por aí que devem começar. Cada membro da banda deve ter o seu perfil individual no Facebook e o facto de pertencer a um projecto musical deve ser partilhado através dele com os seus amigos mais chegados. Essa será a primeira vaga, o primeiro nível de interesse a que vocês terão que aceder e mobilizar para vos ajudar a divulgar a vossa música. O vosso primeiro público serão sempre aquelas pessoas com quem tem contacto diariamente na vossa vida real. O Facebook é uma extensão dessa vida real social que por estar organizada sob a forma de uma rede navegável permite fazer com que o conteúdo aí partilhado possa ser espalhado de forma viral pelos seus utilizadores. O poder do Facebook é esse, o boca a boca na rede, são os posts sobre vocês e a vossa banda nos murais dos vossos amigos por iniciativa própria deles.
Antes de se preocuparem com a presença da banda propriamente dita preocupem-se com a vossa presença como indivíduos. Partilhem o gosto que tem em ser músicos e pela música que fazem com aqueles que vos estão mais perto. Convençam-nos a mostrar o vosso trabalho aos amigos deles. Participação e mobilização é o nome do jogo. Convidem-nos a fazer parte do processo, a gerar conteúdo como fotos e vídeos relacionados com a vossa banda. Agradeçam sempre quando eles os fazem (seja gerar ou apenas partilhar conteúdo) e sejam sempre corteses. (Sobre interacções sociais em rede deve ainda ser referido que é de manter a cabeça fria e evitar resposta a qualquer tipo provocação ou altercação que aí possa surgir, tanto sobre vocês como indivíduos, como membros da banda ou sobre a banda em si.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Fim do artigo original, início de uma nova vida para o Blog
Pois é, ontem publiquei o último post com texto que fazia parte do artigo original que eu tinha escrito para o Marsupial Webzine.
A partir de agora todo o conteúdo será novo e será cada vez mais pensado em formato de blog. Ao longo destas semanas deu para perceber que o conteúdo pode ser interessante mas tem que ser apresentado de outra forma que não seja apenas o de texto. Como disse extensivamente nos meus posts, a malta não gosta exactamente de ler no computador, para isso é capaz de ser melhor pensar em formato de livro físico ou ebook. :D Porque não? Aí fica mais uma ideia para concretizar no futuro.
Isto tudo para dizer que esta semana há não há mais Fugir na Garagem, mas para semana voltamos em força com posts sobre os 3 grandes: Facebook, twitter e myspace.
Até já :D
A partir de agora todo o conteúdo será novo e será cada vez mais pensado em formato de blog. Ao longo destas semanas deu para perceber que o conteúdo pode ser interessante mas tem que ser apresentado de outra forma que não seja apenas o de texto. Como disse extensivamente nos meus posts, a malta não gosta exactamente de ler no computador, para isso é capaz de ser melhor pensar em formato de livro físico ou ebook. :D Porque não? Aí fica mais uma ideia para concretizar no futuro.
Isto tudo para dizer que esta semana há não há mais Fugir na Garagem, mas para semana voltamos em força com posts sobre os 3 grandes: Facebook, twitter e myspace.
Até já :D
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Secções indispensáveis que o vosso Website deve conter: Loja Online
Ter um local onde todos os vossos visitantes poderão encontrar os produtos associados à vossa banda é daquelas coisas que nem sequer é preciso pensar muito para perceber que faz sentido. Uma página com uma lista organizada que inclua uma curta descrição de cada um dos vossos produtos, o preço dos mesmos, os métodos de encomenda e pagamento, facilita a vida a quem estiver interessado em adquirir um produto vosso em específico, com a vantagem acrescida de lhe apresentar os restantes produtos disponíveis, potenciando as possibilidades de compras múltiplas (que aliás devem ser encorajadas com packs e descontos especiais).
Há no entanto que ter a noção que, uma secção como uma loja online no vosso website que seja estanque não vai ser suficiente e nunca trará os mesmos resultados que uma que esteja plenamente integrada. Todo o vosso website deve ser encarado como o veículo que conduz os vossos visitantes à vossa loja online. Sempre que um qualquer local no vosso website possa ser associado a um produto devem-no fazer através de um link, com uma pequena descrição e preço do produto, que direccione o visitante para a loja online onde o poderá encomendar. Dando o exemplo mais óbvio: se a vossa secção de discografia tem a descrição, capa e músicas dos vossos álbuns para ouvir, seria idiota não incluir também o preço pelo qual o álbum esteja à venda e o link para o poder encomendar na loja online.
Considerações devem ser tomadas relativamente aos métodos de pagamento e formulários de encomenda. Por vezes dá-se demasiada importância a ter a capacidade de processar cartões de crédito e de ter um carrinho de compras de aspecto profissional para processar encomendas. Em Portugal, a maioria das pessoas não está ainda acostumada a fazer compras online e tem dúvidas quanto à utilização de cartões de crédito ou paypal para fazer pagamentos. Muitas vezes preferem enviar um email e ter um contacto directo com um pessoa do outro lado antes de efectuar uma transferência bancária para pagar pelo produto. Essa opção de encomendar produtos via email não deve ser descurada. Deverá até ser encorajada, pois ajuda a estabelecer uma relação com o comprador e não há nada como um contacto directo por email para convidar alguém já interessado no que fazem a descobrir mais aspectos da vossa presença online.
A máxima, "o cliente tem sempre razão" aplica-se de sobremaneira na net. Sejam simpáticos e rápidos nas vossas respostas a emails de encomenda e garantirão um cliente satisfeito com vontade de voltar.
Há no entanto que ter a noção que, uma secção como uma loja online no vosso website que seja estanque não vai ser suficiente e nunca trará os mesmos resultados que uma que esteja plenamente integrada. Todo o vosso website deve ser encarado como o veículo que conduz os vossos visitantes à vossa loja online. Sempre que um qualquer local no vosso website possa ser associado a um produto devem-no fazer através de um link, com uma pequena descrição e preço do produto, que direccione o visitante para a loja online onde o poderá encomendar. Dando o exemplo mais óbvio: se a vossa secção de discografia tem a descrição, capa e músicas dos vossos álbuns para ouvir, seria idiota não incluir também o preço pelo qual o álbum esteja à venda e o link para o poder encomendar na loja online.
Considerações devem ser tomadas relativamente aos métodos de pagamento e formulários de encomenda. Por vezes dá-se demasiada importância a ter a capacidade de processar cartões de crédito e de ter um carrinho de compras de aspecto profissional para processar encomendas. Em Portugal, a maioria das pessoas não está ainda acostumada a fazer compras online e tem dúvidas quanto à utilização de cartões de crédito ou paypal para fazer pagamentos. Muitas vezes preferem enviar um email e ter um contacto directo com um pessoa do outro lado antes de efectuar uma transferência bancária para pagar pelo produto. Essa opção de encomendar produtos via email não deve ser descurada. Deverá até ser encorajada, pois ajuda a estabelecer uma relação com o comprador e não há nada como um contacto directo por email para convidar alguém já interessado no que fazem a descobrir mais aspectos da vossa presença online.
A máxima, "o cliente tem sempre razão" aplica-se de sobremaneira na net. Sejam simpáticos e rápidos nas vossas respostas a emails de encomenda e garantirão um cliente satisfeito com vontade de voltar.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Secções indispensáveis que o vosso Website deve conter: Contactos
É difícil compreender como continuam a existir websites, perfis de myspace, facebook, blogs (inclusivé alguns de crítica musical) e afins que pecam por omitir a secção mais importante de todas, os contactos. Pecado capital, game over, acabaram de falhar.
Regra número um da promoção de bandas e isto estende-se muito para além da net sendo aplicável a 100% ao mundo real:
Se estiverem fechados para o mundo, o mundo estará fechado para vocês.
Regra número um da promoção de bandas e isto estende-se muito para além da net sendo aplicável a 100% ao mundo real:
- Ponham os vossos contactos em tudo o que fazem.
Se estiverem fechados para o mundo, o mundo estará fechado para vocês.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Secções indispensáveis que o vosso Website deve conter: Fotos/Vídeos
Há uma regra relativamente ao conteúdo gráfico tal como as fotos e vídeo. Quanto mais frescos melhor, nos dias de hoje quer dizer já e agora, ou seja twitter e facebook. Não há nada como uma foto de um soundcheck enviada na hora para as redes sociais para lembrar as pessoas do concerto que vão dar essa noite. Porém, tal como no caso da biografia, tem lógica por uma questão de comodidade e arquivo manter um local central onde se armazena o material gráfico da banda.
Facilitará a vida a qualquer jornalista ou relações públicas que precise rapidamente de uma foto da banda para um artigo ou vídeo para colocar no myspace ou na página de facebook do local de concerto onde vão tocar. Há ainda outro caso em que um tal arquivo se torna útil, o do visitante novo, aquele que descobriu a banda fora da internet e que foi à procura de mais informações através de um motor de busca indo parar ao website. Sim, ainda há pessoas que fazem isso.
Explicada que está a necessidade de uma secção destas no vosso website, não se pode deixar de reforçar a ideia que os utilizadores da internet não se prestam demasiado à leitura e mostram uma capacidade de atenção limitada. Reforcem sempre que puderem a informação no vosso website com material gráfico seja em que secção for. A máxima, "uma imagem vale mil palavras" é mais do que aplicável neste caso.
Facilitará a vida a qualquer jornalista ou relações públicas que precise rapidamente de uma foto da banda para um artigo ou vídeo para colocar no myspace ou na página de facebook do local de concerto onde vão tocar. Há ainda outro caso em que um tal arquivo se torna útil, o do visitante novo, aquele que descobriu a banda fora da internet e que foi à procura de mais informações através de um motor de busca indo parar ao website. Sim, ainda há pessoas que fazem isso.
Explicada que está a necessidade de uma secção destas no vosso website, não se pode deixar de reforçar a ideia que os utilizadores da internet não se prestam demasiado à leitura e mostram uma capacidade de atenção limitada. Reforcem sempre que puderem a informação no vosso website com material gráfico seja em que secção for. A máxima, "uma imagem vale mil palavras" é mais do que aplicável neste caso.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
A EMI anda a usar o Rapid Share
Intercalando os posts sobre a "Presença na Internet para Músicos" aqui vai mais um sobre a atitude das Majors relativamente ao negócio da música.
Veio-se a descobrir que a EMI, major label de origem Britânica que tem vindo nos últimos tempos a lidar com sérios problemas financeiros, tem andado a colocar música dos seus artistas no RapidShare e a direccionar para lá pessoas com o intuito de fazer com que este conteúdo se espalhe de forma viral.
O que é que há de errado com isso?
Nada, seria uma estratégia perfeitamente válida de promoção dos seus artistas não fosse por um pequeno pormenor.
A EMI está neste momento a processar o serviço de armazenamento digital MP3Tunes e o motor de buscar SideLoad por.... ....facilitar a pirataria por fornecerem ligações para temas no Rapidshare. Ou seja exactamente aquilo que a EMI faz.
Hipocrisia? Esquizofrenia? Estupidez? Quem sabe? O que se sabe é que esta descoberta trazida a público pela equipa legal do MP3Tunes enfraquece seriamente o processo em tribunal levantado pela EMI.
Podem consultar todo o processo seguindo o link http://www.scribd.com/doc/44005365/Defendants-Opp-to-Plaintiffs-SJ-Memo-of-Law
Veio-se a descobrir que a EMI, major label de origem Britânica que tem vindo nos últimos tempos a lidar com sérios problemas financeiros, tem andado a colocar música dos seus artistas no RapidShare e a direccionar para lá pessoas com o intuito de fazer com que este conteúdo se espalhe de forma viral.
O que é que há de errado com isso?
Nada, seria uma estratégia perfeitamente válida de promoção dos seus artistas não fosse por um pequeno pormenor.
A EMI está neste momento a processar o serviço de armazenamento digital MP3Tunes e o motor de buscar SideLoad por.... ....facilitar a pirataria por fornecerem ligações para temas no Rapidshare. Ou seja exactamente aquilo que a EMI faz.
Hipocrisia? Esquizofrenia? Estupidez? Quem sabe? O que se sabe é que esta descoberta trazida a público pela equipa legal do MP3Tunes enfraquece seriamente o processo em tribunal levantado pela EMI.
Podem consultar todo o processo seguindo o link http://www.scribd.com/doc/44005365/Defendants-Opp-to-Plaintiffs-SJ-Memo-of-Law
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Secções indispensáveis que o vosso Website deve conter: Notícias
Tenham sempre em mente que o vosso público quer saber tudo e mais alguma coisa acerca de vocês e é vossa obrigação partilhar com eles tudo o que seja relativo à banda. Convém no entanto ter algum critério. Não vão estar a colocar uma entrada nas notícias cada vez que um de vocês fizer uma sandes de fiambre. É pouco relevante relativamente ao assunto principal que é a vossa música e não ajuda a estabelecer uma ponte de contacto com o vosso público. Lembrem-se que o que pretendem é dar ao público algo com que eles se possam identificar.
Se derem uma entrevista numa rádio, tentem disponibilizar a gravação áudio e se isso não for possível a transcrição em texto. Façam relatórios habituais do que andam a fazer, nos ensaios, na estrada, etc. Complementem cada notícia com fotografias ou vídeo.
Uma boa forma de implementar a vossa secção de notícias e ao mesmo tempo a vossa integração social no vosso website é usar um widget que mostre a actividade do vosso mural no facebook ou os vossos tweets no twitter. Aproveitando desta forma a capacidade que as redes sociais tem de distribuir conteúdo, podem matar dois coelhos de uma só vez, sincronizando a actualização do vosso website com os vossos perfis nas redes sociais, evitando perdas de tempo, duplicação de conteúdo e libertando-vos para melhorar a qualidade e quantidade deste, enquanto o apresentam de forma interactiva aos vossos fãs.
Se derem uma entrevista numa rádio, tentem disponibilizar a gravação áudio e se isso não for possível a transcrição em texto. Façam relatórios habituais do que andam a fazer, nos ensaios, na estrada, etc. Complementem cada notícia com fotografias ou vídeo.
Uma boa forma de implementar a vossa secção de notícias e ao mesmo tempo a vossa integração social no vosso website é usar um widget que mostre a actividade do vosso mural no facebook ou os vossos tweets no twitter. Aproveitando desta forma a capacidade que as redes sociais tem de distribuir conteúdo, podem matar dois coelhos de uma só vez, sincronizando a actualização do vosso website com os vossos perfis nas redes sociais, evitando perdas de tempo, duplicação de conteúdo e libertando-vos para melhorar a qualidade e quantidade deste, enquanto o apresentam de forma interactiva aos vossos fãs.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Secções indispensáveis que o vosso Website deve conter: Discografia
Afinal de contas a ideia é promover a vossa música, certo? Até deverá ser mais do que isso, mas um website de uma banda sem uma secção de discografia não faz sentido, mesmo que não tenham ainda discografia disponível. Se é esse o vosso caso, antes de mais tratem de ter alguma coisa gravada e no entretanto expliquem na vossa secção de discografia porque é que esse conteúdo ainda não existe, quais são os planos para mitigar essa falha grave e mostrem o que quer que já tenham relativamente à vossa música. Façam um preview de músicas que vão gravar no futuro, mostrem gravação de um ensaio, etc.
Caso já tenham algo gravado em estúdio que possa ser chamado de maqueta, EP, álbum, seja lá o que for (estas designações são meras formalidades nos dias de hoje), coloquem as informações relativas ao mesmo nesta secção. Informação relevante:
Caso já tenham algo gravado em estúdio que possa ser chamado de maqueta, EP, álbum, seja lá o que for (estas designações são meras formalidades nos dias de hoje), coloquem as informações relativas ao mesmo nesta secção. Informação relevante:
- Nome do Disco e da Banda.
- Ano em que foi tornado público.
- Lista de temas contido no Disco.
- Se tiverem temas para download façam alarido disso, encorajem as pessoas a fazer download deles.
- Se não tem temas para download, então está na altura de começarem a ter.
- Se tiverem videoclip para algum tema façam alarido disso, incluam link para visualização.
- Nome da pessoa/equipa/estúdio com quem gravaram/misturaram/produziram o vosso disco e da Editora que vos ajudou a por o disco cá fora no caso de estarem a trabalhar com uma. É sempre bom dar crédito às pessoas que vos ajudam a concretizar a vossa arte encarregando-se de tratar das partes mais técnicas e possivelmente mais aborrecidas do trabalho. Isso garantirá uma recepção mais carinhosa da próxima vez que regressarem a esse estúdio ou escritório da editora.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Secções indispensáveis que o vosso Website deve conter: Biografia
Há imensos artigos espalhados pela net a explicar como escrever uma boa biografia e provavelmente a maioria deles terão aspectos que entrarão em contradição. Seja lá como for e apesar de as pessoas não gostarem muito de "ler" textos demasiado longos no computador, é importante ter uma biografia no vosso site. Se alguém que escreve um blog ou que faz um programa de rádio estiver a fazer pesquisa acerca da vossa banda poderá através desta secção encontrar facilmente informação relevante que possa usar.
Sejam concisos mas não se cinjam apenas à cronologia de eventos importantes. Tentem descrever o tipo de música que fazem, explicar porque é que são diferentes do resto das bandas e dar uma ideia a quem não vos conhece do que é importante para vocês como pessoas e o que vos motiva (mesmo que não tenha nada a ver com a música). Não tenham medo de dar exemplos de bandas com um som semelhante ao vosso ou que que tenham sido influências para vocês (eu sei que há sempre a tentação de não o fazer mas é um erro, não vale a pena ter medo das comparações).
Há quem coloque a biografia na página inicial do website. Caso se opte por esta opção deve-se ter em conta que a biografia é um conteúdo relativamente estático (quantas vezes é que costumam escrever uma nova? uma vez por ano?) e que portanto não deve ser o único elemento de conteúdo da página inicial, provavelmente nem sequer o predominante. Optem por dar mais destaque a conteúdo que seja renovado regularmente e usem a biografia como informação formal e complementar.
Sejam concisos mas não se cinjam apenas à cronologia de eventos importantes. Tentem descrever o tipo de música que fazem, explicar porque é que são diferentes do resto das bandas e dar uma ideia a quem não vos conhece do que é importante para vocês como pessoas e o que vos motiva (mesmo que não tenha nada a ver com a música). Não tenham medo de dar exemplos de bandas com um som semelhante ao vosso ou que que tenham sido influências para vocês (eu sei que há sempre a tentação de não o fazer mas é um erro, não vale a pena ter medo das comparações).
Há quem coloque a biografia na página inicial do website. Caso se opte por esta opção deve-se ter em conta que a biografia é um conteúdo relativamente estático (quantas vezes é que costumam escrever uma nova? uma vez por ano?) e que portanto não deve ser o único elemento de conteúdo da página inicial, provavelmente nem sequer o predominante. Optem por dar mais destaque a conteúdo que seja renovado regularmente e usem a biografia como informação formal e complementar.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
O vosso próprio Website
A única coisa constante na internet é a mudança. Tudo muda mais rápido do que estamos à espera e o que agora está na berra agora pode deixar de estar tão rápido quanto um piscar de olhos.
Lembram-se quando o MySpace ia mudar o mundo da música? Agora é a vez do Facebook, do Twitter, daqui a um ano quem sabe?
É por causa disso que é importante terem o vosso próprio website. Este deve ser o ponto central da vossa estratégia de presença na internet. Tudo o resto que possa existir deve ser ancorado a este ponto central de distribuição de informação e conteúdo. Redes sociais, blogs, canal de YouTube, todas estas ferramentas extra podem e devem ser usadas e integradas no vosso website por forma a torná-lo mais rico e proporcionar aos vossos fãs um local único e central onde poderão ter acesso a toda a informação relativa à banda. Lembrem-se que tudo o que fazem relativamente à vossa presença na internet deve levar ao vosso website próprio.
Se se derem ao trabalho de procurar um pouco quase todos os recursos externos como o Facebook, Twitter, blogs, YouTube, Reverbnation oferecem widgets e outras formas de integrar o conteúdo que disponibilizam nessas plataformas no vosso website. Façam o máximo uso destas ferramentas. O website de uma banda deve ser actualizado constantemente por forma a criar e manter interesse. Isso é muito mais fácil se todos os vossos canais de distribuição de informação aí estiverem integrados. Com tanta banda por aí à procura de atenção ou a torrente de conteúdo por vocês partilhada é constante ou então os vossos potenciais fãs perderão o interesse. O vosso website deve ser a âncora e o arquivo de toda esta vossa informação.
Ofereçam o máximo de conteúdo possível: gravações inéditas de ensaios ou de estúdio, fotos, não só de vocês em palco durante a tour mas também dos momentos antes e depois dos concertos ou da viagem (as pessoas querem saber como é a experiência de andar na estrada, querem saber como é estar numa banda e acima de tudo querem conhecer-vos), conteúdo de outros artistas que vos inspiraram. Acima de tudo encorajem as pessoas a comentar, partilhar e/ou entrar em contacto directo convosco. Façam-no através de todas as ferramentas que tenham disponíveis e integrem tudo no vosso Website.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
As Major Labels fazem o que podem para bloquear toda e qualquer inovação.
Três notícias vieram ao de cima nestes últimos tempos que nos recordam a inércia e a incapacidade da indústria musical tradicional para lidar com as mudanças de paradigma e de mercado que estão a ocorrer debaixo dos seus pés.
A primeira lida com a situação da eMusic (pensem nela como o primo mais fixe e mais barato da iTunes) que forçada pelas majors alteraram a sua estratégia base, esquema de preços e as suas condições de relacionamento com as editoras que já utilizavam o serviço para vender a sua música resultando num êxodo de editoras independentes como a Matador, Merge, Domino, 4AD e a XL.
(via: www.undertheradarmag.com).
A segunda refere-nos que o serviço de subscrição de streaming de músico o Spotify está a pensar em entrar no mercado dos USA sem ter qualquer das major labels no seu catálogo. Uma decisão directamente ligada com as dificuldades e a frustração que os responsáveis da companhia tem vindo a sentir com o desenrolar das negociações para incluir o catálogo das mesmas na sua oferta ao consumidor.
(via: www.hypebot.com)
A terceira sobre as dificuldades que o Google tem tido para por de pé os seus planos de oferecer um serviço em que os utilizadores poderiam colocar os seus mp3 adquiridos (via google ou outros serviços) num "armário" digital que permitisse o acesso a estes a partir de uma miríade de sistemas (computador pessoal, telemovel, media server, etc). As negociações com as majors estão num impasse pois estas temem que os utilizadores possam usar este serviço para também guardar ficheiros mp3 conseguidos ilegalmente.
(via: www.nypost.com)
Fica-se com a sensação que as Majors não estão minimamente interessadas em se adaptar às novas realidades do negócio da música, resistem a toda e qualquer inovação e continuam a preferir processar os consumidores de música em vez de lhes facilitar o acesso ao produto que tem em oferta. Exceptuando o iTunes que parece viver nas boas graças das Majors, sendo que estas parecem interessadas em defender o seu quase monopólio na distribuição digital, todas as novas companhias que tem tentado inovar neste campo tem recebido a resistência destes senhores.
Apesar de fugir um pouco ao âmbito deste blog (pensando bem talvez nem fuja), vou aproveitar para de vez em quando intercalar os posts sobre marketing e promoção para músicos com algumas notícias sobre o estado da indústria musical.
A primeira lida com a situação da eMusic (pensem nela como o primo mais fixe e mais barato da iTunes) que forçada pelas majors alteraram a sua estratégia base, esquema de preços e as suas condições de relacionamento com as editoras que já utilizavam o serviço para vender a sua música resultando num êxodo de editoras independentes como a Matador, Merge, Domino, 4AD e a XL.
(via: www.undertheradarmag.com).
A segunda refere-nos que o serviço de subscrição de streaming de músico o Spotify está a pensar em entrar no mercado dos USA sem ter qualquer das major labels no seu catálogo. Uma decisão directamente ligada com as dificuldades e a frustração que os responsáveis da companhia tem vindo a sentir com o desenrolar das negociações para incluir o catálogo das mesmas na sua oferta ao consumidor.
(via: www.hypebot.com)
A terceira sobre as dificuldades que o Google tem tido para por de pé os seus planos de oferecer um serviço em que os utilizadores poderiam colocar os seus mp3 adquiridos (via google ou outros serviços) num "armário" digital que permitisse o acesso a estes a partir de uma miríade de sistemas (computador pessoal, telemovel, media server, etc). As negociações com as majors estão num impasse pois estas temem que os utilizadores possam usar este serviço para também guardar ficheiros mp3 conseguidos ilegalmente.
(via: www.nypost.com)
Fica-se com a sensação que as Majors não estão minimamente interessadas em se adaptar às novas realidades do negócio da música, resistem a toda e qualquer inovação e continuam a preferir processar os consumidores de música em vez de lhes facilitar o acesso ao produto que tem em oferta. Exceptuando o iTunes que parece viver nas boas graças das Majors, sendo que estas parecem interessadas em defender o seu quase monopólio na distribuição digital, todas as novas companhias que tem tentado inovar neste campo tem recebido a resistência destes senhores.
Apesar de fugir um pouco ao âmbito deste blog (pensando bem talvez nem fuja), vou aproveitar para de vez em quando intercalar os posts sobre marketing e promoção para músicos com algumas notícias sobre o estado da indústria musical.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Presença na Internet para músicos II
Primeiro ponto a definir será sempre, o que é que vocês querem da internet? O que é que ela pode fazer por vocês? Quais são os vossos objectivos? A resposta que mais vezes recebo quando faço esta pergunta a algum colega músico costuma ser "Quero que mais pessoas saibam acerca de mim e da minha banda." Ao que costumo responder "Porquê e para quê?" e aí é que as coisas costumam complicar. A internet é um meio para chegar a um fim, se os vossos objectivos não estão definidos à partida o mais provável é que se percam pelo caminho. O que é que querem fazer? Querem só ser mais conhecidos? Querem ser mais conhecidos para conseguir mais gigs e poderem andar em tour com pessoas a ver os vossos concertos? Querem vender discos ou produtos associados à vossa música como merchandising? Querem conseguir um contrato com uma major label? Quais são os vosso objectivos? Se os conseguirem resumir a duas ou três linhas concisas, então terão dado um passo importante para estarem no bom caminho.
O que é que há na internet que vos interessa? A resposta será: pessoas que possivelmente estarão interessadas na vossa música e em vocês, público. O que é precisam de fazer para que a vossa música chegue a elas e para que elas se interessem? Têm que conseguir chamar a atenção dessas pessoas, fazer com que elas sintam uma ligação convosco, com a vossa música e fazer com que essa ligação seja forte o suficiente para permitir financiar as vossas actividades. Ter uma ligação forte e directa com os fãs e dar-lhes uma sensação de comunidade dá-lhes razões para comprarem os vossos produtos. Produtos esses que devem estar pensados de modo a permitir-lhes mostrar ao mundo o quanto se identificam convosco, possibilitando reconhecerem-se uns aos outros como pessoas que partilham a mesma paixão pela vossa música e assim potenciar um processo que se alimenta de si próprio num loop de feedback positivo. Qual é o problema então, a coisa até parece fácil? O problema é que há milhares de pessoas a tentar fazer o mesmo que vocês. Há um excesso de conteúdo, está por todo o lado na internet e ninguém sabe para onde é que se deve virar para encontrar aquele conteúdo que interessa. Há milhares de vocês aos berros a competir pelo mesmo público e o ruído é ensurdecedor. Como lutar contra isso? Estabelecer uma ligação directa e personalizada com o vosso actual número reduzido de fãs e reforçar a sensação de comunidade. É impossível forçar alguém a querer ter uma relação connosco mas se nos esforçarmos diariamente e se provarmos que valemos a pena conseguimos chegar a alguém que estará ao nosso lado e será um aliado na execução dos nossos objectivos. Um fã motivado é a melhor arma para ajudar a espalhar a vossa mensagem.
Ok, deixemo-nos então de filosofia barata e passemos à implementação concreta de tudo isto. Virginie Berger no seu panfleto "Well what is good musical strategy?" (que está disponível para download gratuito sob licença Creative Commons) estabelece os seguintes pontos guia:
- Website próprio: se vocês não tem o vosso próprio website já falharam.
- Myspace é muito 2004 mas ainda vale a pena
- Facebook, porquê?
- Porquê ter um perfil no Bandcamp ou no Reverbnation? porque é como o MySpace mas melhor.
- Ninguém usa o twitter mas ele chega a toda a gente.
- Youtube é o site com mais utilizadores à procura de música.
- Flickr, Wikipedia, Deezer, Spotify... uma míriade de serviços e porque é os devem usar.
- SEO (Search Engine Optimization, Optimização para motores de busca) não é uma doença, é a cura.
Presença na Internet para Músicos.
Ninguém poderá negar que nos dias de hoje a internet desempenha um papel preponderante na disseminação de informação e de cultura entre os seres humanos. Ninguém negará também que uma das indústrias que mais sentiu o peso do impacto deste novo meio de comunicação foi a indústria musical. Para o bem ou para o mal e por muito que não se queira, a verdade é que a relação dos consumidores de música com a indústria se alterou radicalmente com o advento da internet e se a indústria quiser sobreviver e prosperar neste novo milénio terá forçosamente que se adaptar a ele.
O que é a industria musical em 2010? São as grandes editoras? São os músicos? Serão os novos canais de distribuição de conteúdo e de serviços relacionados com a música? Como é que um músico se deve apresentar a este novo público e o que é que deve fazer para tirar o maior partido desta oportunidade que tem à frente? A verdade é que neste momento não há para estas questões uma resposta única ou simples. Não há período mais conturbado que o período de mudança entre dois paradigmas e é nesse preciso momento em que nos encontramos. Não há respostas definitivas e é da responsabilidade de cada um tentar descobrir as suas, experimentar novos caminhos e agarrar novas oportunidades. Há no entanto algumas tendências no que diz respeito à "presença na internet para músicos" que se começam a tornar evidentes e será nessas em que centrarei a minha atenção.
Fugir da Garagem
É da praxe usar o primeiro post num novo blog para explicar o seu propósito.
“Fugir da Garagem” nasce do convite que me foi feito pelo Jorge Resende para escrever um artigo sobre estratégias de Presença na Internet para Músicos que seria publicado na Webzine “Marsupilami”; Convite esse que acabei por aceitar e que me embrenhou na análise, compilação e sistematização de algumas das estratégias e técnicas promocionais de que fiz uso para promover a minha banda os HANGING BY A NAME, a label que comecei a por de pé neste ano de 2010 a Cogwheel Records, bem como o meu estúdio ISOUNDSTUDIOS.
A ideia era a de descrever como deveria ser a organização e que conteúdo deveria ter um website próprio para uma banda/músico, falar acerca do uso das redes sociais na promoção e marketing de produtos directamente ou indirectamente relacionados com música e no geral tocar todos os aspectos em que a internet mudou o relacionamento entre os artistas e o público em menos de 4000 palavras. Gastei essas quase 4000 palavras apenas no primeiro tópico e após ter mostrado o trabalho que já tinha feito foi acordado que escreveria não um, mas uma série de artigos dedicados a esta temática.
A webzine em que o meu trabalho deveria ser publicado acabou por ficar adiada indefinidamente e como não gosto de desperdiçar trabalho decidi adaptar o mesmo ao formato de um blog, que funcionaria por si só também como uma estratégia indirecta de promoção de todas as minhas actividades relacionadas com a música como me ajudaria a fazer uma coisa que já algum tempo me apetecia; Dar de volta à comunidade de músicos tudo aquilo que aprendi com eles e com a minha própria pesquisa na internet acerca do que é ser um músico nos dias de hoje, de como o negócio se mexe, que armadilhas nos coloca no caminho e de como nos devemos relacionar com as pessoas que apreciam o trabalho que fazemos. Dar a oportunidade a outros para aprenderem aquilo que tem que fazer para que possam “Fugir da Garagem pelos seus próprios meios.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Secções indispensáveis que o vosso Website deve conter: Concertos
Um dos vossos objectivos principais deverá ser o de conseguir ter um número razoável de pessoas a assistir os vossos concertos. Não há nada como uma boa actuação para ajudar a movimentar produto e não há melhor sítio para convencer alguém a comprar do que a banca de merchandising no local do concerto. É óbvio que para haver público num concerto as pessoas precisam de saber que ele vai ocorrer, logo a manutenção no vosso website de uma lista dos concertos que vão dar num futuro próximo é de sobremaneira indispensável.
Mais uma vez a chave para uma boa secção de concertos está na integração e concertação com as redes sociais. Serviços como o reverbnation permitem colocar as datas e descrições dos locais de cada um dos concertos em apenas um website e disseminar essas informações através de várias redes sociais e websites, através da publicação de posts no twitter ou mural do facebook, via a aplicação oficial do reverbnation no facebook chamada myband e através de widgets embutíveis em qualquer website.
Nota importante para a operação pós concerto: Não há melhor forma de capitalizar uma boa actuação do que colocar online vídeos e fotos da mesma. Criem na cabeça das pessoas a necessidade de terem a experiência de vos ver ao vivo. Um concerto é uma experiência que nunca poderá ser devidamente apreciada através da internet, sendo portanto um dos produtos tangíveis mais fortes que podem vender ao vosso público, mas é possível através da internet potenciar a vontade de ter essa experiência.
Esta secção do vosso website pode ser muito mais do que apenas uma lista de datas e, se bem utilizada, um ponto fulcral da vossa estratégia online.
Mais uma vez a chave para uma boa secção de concertos está na integração e concertação com as redes sociais. Serviços como o reverbnation permitem colocar as datas e descrições dos locais de cada um dos concertos em apenas um website e disseminar essas informações através de várias redes sociais e websites, através da publicação de posts no twitter ou mural do facebook, via a aplicação oficial do reverbnation no facebook chamada myband e através de widgets embutíveis em qualquer website.
Nota importante para a operação pós concerto: Não há melhor forma de capitalizar uma boa actuação do que colocar online vídeos e fotos da mesma. Criem na cabeça das pessoas a necessidade de terem a experiência de vos ver ao vivo. Um concerto é uma experiência que nunca poderá ser devidamente apreciada através da internet, sendo portanto um dos produtos tangíveis mais fortes que podem vender ao vosso público, mas é possível através da internet potenciar a vontade de ter essa experiência.
Esta secção do vosso website pode ser muito mais do que apenas uma lista de datas e, se bem utilizada, um ponto fulcral da vossa estratégia online.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


